· quando o hardware é construído, evolui para um produto físico (chips, placas, fontes, etc). O software, por sua vez, é um elemento de sistema lógico, e não físico.
· o hardware com o passar do tempo sofre os efeitos cumulativos de poeira, vibração, temperaturas extremas, já, o software não é sensível aos problemas ambientais, portanto o software não se desgasta, mas se deteriora, isto é, durante sua vida, o software enfrentará mudanças (manutenção) que quando estas são feitas, é provável que novos defeitos sejam introduzidos, logo depois outra mudança é solicitada, lentamente o nível de falhas começa a se elevar e o software está-se deteriorando devido às mudanças.
· quando se desgasta, um componente de hardware é substituído por uma “peça de reposição“. Não existem peças de reposição para o software, toda falha de software indica um erro no projeto. Portanto, a manutenção de software envolve consideravelmente mais complexidade do que a manutenção do hardware.
· para o projeto de hardware, o projetista desenha um esquema simples do circuito digital e depois vai à estante onde existem catálogos de componentes. Cada circuito integrado (C.I) tem uma numeração de peça, uma função definida. Depois que cada componente é escolhido, o hardware pode ser encomendado. Infelizmente, os projetistas de software não podem permitir-se a esse luxo. A maioria dos softwares é feita sob medida em vez de ser montada à partir de componentes existentes Com poucas exceções, não existem catálogos de componentes de softwares. É possível encomendar software, mas somente como uma unidade completa, não como componentes que possam ser montados novamente em programas. (Esta situação está mudando rapidamente, o uso difundido de programas orientados a objeto resultou na criação de “CIs de Software” - “reusabilidade de software”).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Comentários